1 de fevereiro de 2019

A revolução do rosa: nasce um novo chocolate

                                                                                      Foto: Handout / Barry Callebaut / AFP
O chocolate é naturalmente rosa, sem adição de corantes.

Não há como negar que o chocolate é um dos principais itens da gastronomia mundial. Presente em boa parte dos doces, o item marca presença em pratos salgados e há quem diga que possua até propriedades terapêuticas. Criado há mais de três mil anos, se espalhou pela Europa ganhando destaque principalmente em países como França e Suiça. Nos anos 30 a criação do chocolate branco movimentou o mercado. De lá para cá, algumas variações surgiram, adequando-se ao paladar do consumidor.
Trazendo inovação ao mercado e uma grande expectativa aos chocólatras, a empresa suíça Barry Callebaut, uma das maiores processadoras de cacau do mundo, lançou na China, em 2017, o chocolate rosa. O nome se dá à tonalidade do cacau Ruby, que possui grãos naturalmente rosados e avermelhados e são encontrados na Costa do Marfim, no Brasil e no Oriente Médio. O fruto foi descoberto há 13 anos e desde então é estudado em busca de um processo de produção que trouxesse a ele uma finalidade.
A produção deste novo tipo de chocolate, que no momento é exclusividade da empresa suíça, é mais complexa e o sabor é definido por eles, “não é caracteristicamente doce, amargo ou leitoso. É suave e carrega um toque de fruta fresca”. Tido como tendência para 2019, o chocolate rosa chegou às lojas brasileiras na última quinta-feira (31), após pesquisas de mercado realizadas no Japão, China, Reino Unido e Estados Unidos, este último considerado o maior mercado de chocolates do mundo.

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